Mais de 70% das mortes por gripe em SC são entre idosos e acendem alerta para vacinação

Mais de 70% das mortes por gripe em SC são entre idosos e acendem alerta para vacinação

14 de abril de 2026


Cosems/SC reforça mobilização dos municípios e orienta gestores a intensificarem ações para ampliar a cobertura vacinal entre a população mais vulnerável

 

Em Santa Catarina, um dado acende um sinal de alerta para a saúde pública: mais de 70% das mortes por gripe estão concentradas entre idosos. O cenário reforça a necessidade de ampliar, com urgência, a cobertura vacinal desse público, especialmente com a chegada das temperaturas mais baixas e o aumento da circulação de vírus respiratórios.

Diante desse contexto, o Conselho de Secretarias Municipais de Saúde de Santa Catarina (Cosems/SC) intensifica o chamado aos gestores municipais para que reforcem as estratégias de vacinação, com foco prioritário na população idosa. A orientação é ampliar o acesso e fortalecer a comunicação para sensibilizar esse público sobre a importância da imunização.

A vacina contra a influenza é segura, gratuita e continua sendo a principal forma de prevenir complicações graves, internações e mortes causadas pela gripe. Ainda assim, a adesão entre idosos segue como um desafio em diversas regiões do estado.

“O dado é muito claro e precisa mobilizar todos nós. Quando mais de 70% das mortes por gripe estão entre idosos, estamos falando de um público que precisa ser protegido com prioridade absoluta. A vacina salva vidas e os municípios têm um papel fundamental em garantir que ela chegue a quem mais precisa”, destaca Sinara Simioni, presidente do Cosems/SC.

A entidade reforça que ações como vacinação domiciliar, ampliação de horários nas unidades de saúde e campanhas de conscientização são estratégias eficazes para aumentar a cobertura vacinal. Além disso, o envolvimento das equipes de saúde e da comunidade é essencial para combater a desinformação e incentivar a adesão.

Com o avanço do outono e a proximidade do inverno, o momento é decisivo. Para o Cosems/SC, proteger os idosos agora é evitar um impacto ainda maior no sistema de saúde nos próximos meses.

 


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